Caiu
um temporal horrível aqui em Canoas,exatamente no horário de levar meu filho à
escola. Meu marido e minha mãe ligaram me alertando, estava decidida a não
sair! Porém, quando ele veio todo pilchado de gaúcho lembrando-me que era
apenas essa semana que tinha para honrar a tradição... esmoreci!
Passei
gel no seu cabelo, e lá fui eu pegar a sombrinha gigante, para acolher meu
filho menor, e o seu guarda-chuva quebrado, e fomos enfrentar a tempestade !!
Na
mesma hora que saí, uma ventania levou minha sombrinha, o Pedro ficou
extremamente culpado, e correu para pegá-la.
Fomos
até o estacionamento, que é meia quadra de distância do meu prédio, ao chegar
na frente do portão, o controle não funcionou, precisou ser apertado com um
pouco mais de vigor, entende?
No
final da minha rua, nos dois lados, as pessoas estacionam carros exatamente na
esquina, levando "qualquer motorista" dirigir até o meio para fazer
uma conversão. E estando no meio da rua óbviamente está-se sujeito a encontrar
um carro, e ... Pois é, levei uma buzinada! Mas qualquer um levaria, a menos
que o motorista fosse um pouco vidente e não necessitasse olhar para
atravessar.
Conseguimos
chegar na escola depois de algumas interpéries, mas chegamos bem!
Estacionei
e a tormenta aumentou. Fazer o quê? Como diz o ditado: "quem está na chuva
é para se molhar". Precisava levá-lo até a sala...
Naquele
momento soube que fizera o certo. Que tal sacrifício valera a pena.
O
sacrifício é bem assim, quando a gente doa-se em prol de algo com maior valor.
É
certo, sempre sentimos que o sacrifício que inicialmente pensamos ser difícil
demais torna-se um motivo de grande felicidade no final.
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